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3 mitos sobre criptomoedas descodificados

18 Outubro 2021, Vivid

As criptomoedas são simultaneamente entusiasmantes e assustadoras para novos investidores. Para ajudar os utilizadores a navegar neste mundo, a Vivid, a plataforma que combina banca, investimento e cripto numa única aplicação, esclarece alguns dos mitos mais comuns sobre este ativo de investimento emergente.

Após um ano excepcional no que toca ao ganho com criptomoedas e à explosão do interesse nas NFT, milhões de investidores portugueses interiorizaram as promessas do mundo criptográfico. Ainda assim, apenas cerca de 2,4% da população portuguesa possui criptomoedas, de acordo com uma análise da Triple-A. Promessas de enormes ganhos frequentemente substituídas por receios de volatilidade, ou de cair num esquema e perder tudo, como também de investir em algo que destrói o ambiente, estão entre as principais preocupações dos recém-chegados.

Consciente disto, a Vivid fez do seu objetivo principal educar os consumidores em todos os aspetos relativos às suas finanças pessoais. E, sendo o único neobanco a oferecer acesso a investimentos em 50 das mais importantes criptomoedas, a fintech alemã desmitifica 3 das maiores assunções que os utilizadores tenham a informação necessária para fazer escolhas informadas consoante as suas necessidades de investimento.

1. Todas as criptomoedas são más para o ambiente

O impacto ambiental negativo das criptomoedas tem sido largamente discutido. Este aspeto está diretamente ligado ao processo de criação das moedas conhecido como “mineração”, no qual, simplificando, computadores de alta potência competem para verificar transações em troca de moedas. O problema é que este processo requer a utilização de grandes quantidades de eletricidade para alimentar algoritmos complexos fornecidos por fontes de energia não renováveis, tais como o carvão, o combustível fóssil mais poluente.

No entanto, ao passo que algumas moedas – como a Bitcoin – utilizam de facto uma grande quantidade de eletricidade, existem dezenas de grandes alternativas que se focam na sustentabilidade. Por exemplo, a Algorand foi alvo de grandes manchetes em Abril, quando declarou que a sua cadeia de produção era neutra para o clima. Mesmo grandes moedas, como o Cardano, afastaram-se dos protocolos de Prova de Trabalho (Proof-of-Work) para alternativas que exigem menos energia. Em suma, nos dias de hoje os investidores que estão preocupados com o impacto que o seu investimento poderá ter no ambiente têm uma grande variedade de moedas à escolha.

 

2. Investir em criptomoedas é difícil

Nos inícios das transações deste mercado, os utilizadores precisavam de fazer praticamente tudo sozinhos – desde a criação de uma carteira até à mineração e à criação das suas próprias ligações. Atualmente, estes passos já não são necessários graças ao aumento das aplicações e intercâmbios que tornam a negociação de criptomoedas tão fácil como as compras online. Aplicações como a Vivid permitem aos utilizadores investir em ativos cripto fracionados numa questão de segundos, enviando de volta instantaneamente os seus lucros para a respetiva conta bancária, se assim o desejarem. E, para além disso, no caso da fintech alemã, os utilizadores também dispõem de acesso gratuito às “Vivid Classes: in-app financial education”, uma ferramenta com a qual podem aprender a tomar decisões informadas face às suas necessidades financeiras.

 

3. As criptomoedas são apenas esquemas de pump-and-dump

Um esquema de pump-and-dump envolve a compra de grandes quantidades, seguido da geração de um hype em relação a um ativo como uma criptmoeda, realizando a sua venda quando o hype atingir o seu expoente máximo, deixando aqueles que participaram no hype com grandes perdas. Estes esquemas são mais comuns com moedas desconhecidas, uma vez que influenciar o preço da Bitcoin, Ethereum, ou outras moedas já estabelecidas é bastante díficil. Por exemplo, para influenciar significativamente o preço da Bitcoin, seria necessário comprar ou vender milhares de milhões de euros da moeda de uma só vez. Desta forma, os investidores que se mantenham em moedas estabelecidas reduzem radicalmente as hipóteses de serem apanhados num esquema pump-and-dump.

Como qualquer tecnologia emergente, as criptomoedas vêm muitas vezes com mais perguntas do que respostas. Para além do acesso a notícias e atualizações financeiras, os clientes da Vivid também podem aproveitar uma aula gratuita sobre as noções básicas deste tipo de investimento. A educação é a melhor ferramenta que os investidores têm para se armarem contra a desinformação.